Como lidar com a falta de Compreensão das pessoas em relação à Doença Celíaca?

Bem, na verdade todo ser humano traz a necessidade de ser amado e compreendido, independentemente de ter essa ou aquela doença.

O diagnóstico da restrição alimentar:

Sabemos que quando nasce um bebê que logo apresenta uma disfunção à lactose devido à sua mãe ingerir proteína do leite, este caracteristicamente necessita de uma intervenção e compreensão imediata da genitora na sua alimentação, para que o pequeno venha a se desenvolver saudavelmente. Para algumas crianças a introdução do leite será gradativa nas idades futuras, para outras, jamais.

Situações como estas, talvez pareçam mais fáceis de serem adaptadas porque eles (os bebês) não conheciam outros tipos de alimentos, nem associaram o prazer do dia a dia de se reunirem com os amigos para uma rodada de pizza.

Mesmo assim, tanto para os celíacos, como para os alérgicos, sensíveis ou intolerantes, temos um mundo arquitetado e estruturado á nossa volta que nos mostra o pão como sagrado e o leite como acolhedor, para os quais muitas pessoas nem podem imaginar que aquela sinusite possa ocorrer devido ao uso do leite, ou do glúten.

As novas adaptações:

A questão é: elas fazem uma resistência enorme em saberem, entenderem, internalizarem, aceitarem, e desenvolverem os cuidados necessários ao paciente impossibilitado de consumir essas proteínas, diretamente, ou através de uma alimentação onde ocorra a contaminação cruzada.

A primeira coisa a se fazer caso você se identifique com um dos casos citados acima, tome para si a responsabilidade de sua própria vida ou de seu filho (a) se for o caso e passe a produzir seus próprios alimentos, ou leve junto consigo para todos os lugares.

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A falta de compreensão das pessoas à sua restrição alimentar:
A falta de conhecimento das pessoas em relação a doença celíaca é grande nos dias atuais, pois ainda está despontando para as autoridades médicas, farmacêuticas, cientificas, e mesmo para o legislativo.

Não devemos ter grandes expectativas em relação aos nossos familiares, embora jamais deixemos de ser desejosos desse acolhimento e compreensão, mas lhes falta a sabedoria e muitos pretendem acreditar nos achismos do tipo: “eu acho que você está inventando essa doença” ou ” isso é coisa da sua cabeça”. O que nos causa grandes aborrecimentos e por isso, jamais devemos deixar de lhes encaminhar artigos, sites, páginas do Facebook para mostrar como passamos mal quando ficamos sujeitos a contaminação cruzada, que ocorre uma baixa do sistema imunológico. Somente a informação pode levar-lhes ao conhecimento.

Faça sua parte, sem esperar que lhes retribuam de imediato esse acolhimento e compreensão.

Procure um Psicoterapeuta que entenda bem o problema para lhe acompanhar nos apontamentos da vida e fortificar sua estrutura mental.